sábado, 29 de dezembro de 2007

CICCONE YOUTH - The Whitey Album

Ciccone Youth foi um projeto que começou em 86, com os membros da banda Sonic Youth, mais o baixista Mike Watt, figura que tocou nas bandas Minutemen e fIREHOSE, e ultimamente estava tocando junto com o ressucitado Stooges. Sonic Youth, banda símbolo do rock alternativo americano e Mike Watt, uma lenda da música punk, a junção desses dois não poderia der em algum muito "certo", exato, é puro experimentalismo.The Whitey Album a princípio, era um projeto para um disco totalmente cover do Álbum Branco, dos Beatles, mas acabou se tornando um homenagem mais pop ainda, um apanhado ao pop oitentista, principalmente ao ícone da década, a blondie Madonna!O álbum, que foi lançado em 88, encorpora as 3 primeiras músicas que o projeto fez: "Into The Groove(y)" (um cover totalmente transmutado, com colagens e muita distorção, resultando na descontrução da música "Into The Groove", da loira, simplesmente genial!), "Burning Up" (outro cover da loira, agora cantado por Mike Watt, e guitarras por Greg Ginn do Black Flag, numa qualidade totalmente Lo-Fi) e "Tuff Titty Rap", fazendo com que um rap se torne experimental.No total são 17 faixas, que foge da sonoridade Noise do quarteto nova iorquino, e entra de cabeça no experimentalismo total, brincando com alguns elementos eletrônicos, como algumas batidas e samples, há várias maneiras de releituras, que acaba se tornando um álbum díficil de se escutar à primeiro plano, mas que acaba revelando um álbum rico na variedades de sons, um conselho é escutá-lo bem alto e com fones de ouvido, prestando a atenção à cada segundo desta viagem musical.O que era para ser um disco apenas cover de Beatles, acabou virando um projetos extremamente ousado, que alterna entre músicas de batidas inesperadas e átipicas, e covers de pop music dançante, que ganharam versões ciborgues, como por exemplo "Addicted To Love" do Roberto Palmer, onde a voz do cantor divide espaço com a voz Kim Gordon, num contraste grotesco, mas que dá vontade até de dançar!Ciccone Youth, apesar de semelhança com o nome Sonic Youth, não deve ser considerado parte da discografia do SY, pois trata-se de um projeto paraleo à banda, porém acontece freqüentemente. Quanto ao nome, é uma brincadeira do grupo, trocando o Sonic, pelo o sobrenome da loira, Ciccone. E como se não fosse o bastante, a capa leva também a imagem da moça, é mole?



terça-feira, 18 de dezembro de 2007

RUN-D.M.C. - Raising Hell

Raising Hell, terceiro disco desses nova iorquinos do Queens, lançado em 1986 (E considerado um dos melhores álbuns do ano, se bem que é difiíciil competir com Beastie Boys, Smiths, Slayer, Metallica e Hüsker Dü) foi o álbum que a mídia descobriu o hip hop como uma forma de ganhar bastante dinheiro. Usando sempre seus Adidas Superstar sem cadarços e as calças justas, gravaram junto com os integrantes do Aerosmith (Steven Tyler e Joe Perry), uma das músicas mais conheçidas do gênero Rock/Rap que é a "Walk This Way". Eles não foram os primeiros a usaram a receita do rap com o rock, mas com certeza foram os primeiros a faturarem com isso, e não foi pouco. Outros clássicos fudidos aqui estão presentes como "My Adidas" (Que saiu em uma ediçao do Tony Hawk) e a dançante "It's Tricky", e todas com aquela maravilhosa batida old school, que só os DJ da antiga faziam. Enfim, disco fantástico, que levou o Run-D.M.C. e o hip hop para o mainstream.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

MINISTRY - The Last Sucker


O Ministry sempre foi conheçido pelo seu som capaz de explodir os miolos de qualquer um que não é acostumado à sons mais extremos e eles não nos decepcionou neste último disco. The Last Sucker é o último disco da trilogia da banda que tem como Conceito, atacar o Tio Bush, que começou em 2004, com Houses Of The Molé, depois teve Rio Grande Blood, que saiu ano passado e que também é um ótimo disco. E assim que acabou a trilogia, Al Jourgensen, vocalista e líder da banda, decidiu que esse seria o último lançamento da banda, pra poder acabar ainda no topo do "jogo", e não continuar e virar mais um Rolling Stones ou Aerosmith, como ele mesmo disse.The Last Sucker é o segundo disco desta maravilhosa banda de Rock Industrial a sair pelo selo 13th Planet, selo de proprieadade de Jourgensen, e que provavelmente irá ser seu ganho pão daqui pra frente, mas quem conheçe o cara, sabe que ele não vai ficar parado não, assim como Jello Biafra, é um figurão extremamente importante pra música, e alguém louco pra atacar o governo e nunca para quieto, provavelmente irá continuar algum dos seus projetos paralelos (Inclusive, um deles é com Jello).Mas voltando ao assunto, o último disco continua a sonoridade que a banda vem fazendo nos últimos discos, batidas eletrônicas esmagadouras de cérebros e pesadíssimas, junto com os riffs nervosos e o baixo de um peso desenfreado combinado com a voz grave e assustadora mais efeitos eletrônicos resultam na fórmula do Industrial do Ministry, a única banda do gênero que me agrada, e garanto que irá agradar muita gente que gosta de som pesado. O destaque do disco fica totalmente para o cover destruidor de "Roadhouse Blues" dos Doors, um som que eu quase tive um enfarto quando escutei, simplesmente MATADORA. O disco ainda conta com participações de Burton C. Bell do Fear Factory nas últimas três faixas, enfim um puta disco, e pra conferir. Mais uma coisa: Al Jourgensen, você é um filha da puta!

domingo, 16 de dezembro de 2007

BLACK SABBATH - Dehumanizer

Dehumanizer. 1992 era o ano, algumas bandas mostravam-se cansadas e lançavam discos cada vez menos empolgantes. Algumas ainda se salvavam, como Iron Maiden que lançou "Fear of the Dark", mas a maioria demonstrava estafa. Eis que, de repente, Dio acerta com Iommi sua volta ao Black Sabbath e o heavy metal "renasceria" em um disco potente. Dehumanizer é um disco excelente, seja em conteúdo lírico como instrumental.A maioria aqui já deve saber, mas vou falar algumas coisas: Tony Iommi é basicamente o "Pai do Metal", o "Senhor dos Riffs". Ronnie James Dio é um vocalista espetacular, tanto em estúdio quanto ao-vivo e um cara muito criativo e inteligente para compor letras. Junte estas duas criaturas a um baixista chamado Geezer Butler, com anos de experiência e um baterista que já tocou em várias bandas de nome, um rapaz forte e hábil chamado Vinni Apice. Ah, é claro, sem esquecer do tecladista Geoff Nichols, que gravou os teclados em álbuns anteriores (inclusive no Live Evil, álbum ao-vivo) e através dessa junção você vê e escuta uma das bandas mais geniais que pisou na Terra. Não falo tudo isso por ser fã, não. Falo isso sinceramente! Assim como falaria de bandas que não sou fã, mas reconheço o talento dos músicos, tais como Dream Theater, Angra, etc...As melhores faixas, na minha opinião, são Computer God (com uma linda parada para uma parte lenta e reflexiva), TV Crimes (que critica a religião católica), After All (a mais macabra), Sins of the Father (com certeza a com a letra mais bem pensada, só ler frases como "Eu vejo os diamantes, e você só vê as pedras!), Time Machine (uma música com muito feeling, principalmente no vocal)
Baixaki: http://www.badongo.com/pt/file/1992674

SEPULTURA - Arise

O Sepultura é com certeza o maior representante do metal brasileiro, bem na frente de Angra e Krisiun, conseguiram se destacar no underground com o álbum anterior a esse, em 1989, o Beneath The Remains, e o Arise em 1991, pra solidificar o respeito dos caras fora daqui, e depois com o Chaos A.D. foi o estouro internacioanl definitivo.
Mas no geral, eles nunca tiveram grande reconhecimento por parte do público geral daqui, mal sabem a importância desses Mineiros no mundo metálico, ajudando a moldar o estilo Thrash Metal, buscando influências no Death, no Black Metal e até no Hardcore.
Arise foi uma das maiores pedradas do Sepultura, letra inteligentes, que eram severas críticas a sociedade, usando como "metáfora", um mundo pós-apocalíptico (vide capa). São músicas com mudanças de tempo, mas que tem boa parte de suas execuções, na velocidade rápida, sem nunca deixar o peso de lado, são músicas profundas, cada pisada da bateria de Igor Cavalera, é um coice no peito. A voz de Max é uma agressão total, forte, rasgada, gritada, única ao lado dos riffs maravilhoso de Andreas Kisser e seus solos arrebatadores são completados com o baixo forte e agressivo de Paulo Jr. que marca perfeitamente o tempo das músicas, fazem deste disco, um dos marcos do metal brasileiro.

TANKARD - Beast Of Bourbon


A Alemanha certamente é um país que dá muita alegria aos headbangers de todo o mundo, pois as maiores pedradas do thrash metal são de lá. Kreator, Sodom, Destruction, Exumer, Holy Moses e muito mais, incluindo o Tankard aqui em questão.
A banda surgiu (como a maioria) nos anos 80 e até hoje está detonando o mais rápido, pesado e alcoólico som. Seus primeiros discos, como The Morning After e Chemical Invasion tinham uma pegada muito influenciada pelo punk, mas nesse Beast Of Bourbon, lançado em 2004, o lance é total thrash com minúsculos toques melódicos (nada a ver com Angra, Hammerfall, Blind Guardian e essas bandas que eu considero de todo um ruim, apesar de terem bons músicos) que podem ser conferidos em alguns arranjos, solos ou intros como a de “Die With A Beer In Your Hand”.
A pauleira começa com “Under Friendly Fire” e a partir deste som você já vai vendo o que te aguarda nas outras faixas. “Genetic Overkill”, “Dead Men Drinking”, “The Horde”...
“Tankard” significa algo como “Caneca”.

AMON AMARTH - Versus The World

Primeiro de tudo: Trabalho lindo, marcante e que merece um espaço na coleção de originais.
Bom, é estranho o fato de esse CD ser o antecessor do excelente Fate Of Norns e soar muito melhor produzido e caprichado que o mesmo.
Para mim, Amon Amarth é um tipo de exceção entre as inúmeras bandas de death e heavy metal. A princípio, se você analisar só o instrumental, é algo que beira o metal melódico, porém com um sentimento incrível. Odeio metal melódico! Não suporto Angra, Blind Guardian e inúmeras bandas desse estilo, pois o som é 0% atraente aos meus ouvidos.
As linhas de guitarras são lindas, marcantes, limpas e pesadas ao mesmo tempo; possuem uma pitada épica que remete ao passado mais longínqüo dos vikings, e eu sinto isso, mesmo sem ter vivido lá.
O som marcante do disco e a musica:"And Soon the World Will Cease to Be"

MOTORHEAD - Overkill



Segundo cd do Motörhead, Overkill foi lançado em 79, e com toda a certeza é um dos cds mais fodidos desses Ingleses motoqueiros e bêbados que fazem um som muito bom, e que ao passar dos anos nunca se vendeu ou mudou o estilo, sempre fiel ao bom e velho rock'n'roll (É assim que eles se rotulam, pois não gostam de trash metal ou speed metal, então fazem como o pessoal do AC/DC, apenas rock'n'roll) .
Então vamos falar um pouco sobre o cd que ja começa com a faixa-título arrasa quarteirões "Overkill", batera sem noção de Phil "Philthy Animal" Taylor na introdução, não é a toa que ele leva esse apelido. A voz rasgada e roca incomun de Lemmy é a marca do Motörhead, você escuta e já sabe do que se trata. E não para por aí não, o cd é lotado de clássicos da banda, como "No Class", "Metropolis" e "Stay Clean". Essa versão que eu to disponibilizando é a primeira edição, com apenas 10 musicas, ele foi reelançado em 86 se não me engano, com mais 4 músicas, incluindo o cover "Louie Louie" que fez um puta sucesso.

DEEP PURPLE - Jakarta


01 Tune-Up

02 Burn

03 Lady Luck

04 Love Child

05 Gettin' Tighter

06 Georgia On My Mind

07 I Need Love

08 Soldier Of Fortune

09 Keyboard Solo

10 Lazy

11 Drum Solo

12 Lazy (Reprise)

AC/DC - Back In Black



Esse cd marca uma nova fase dos Australianos, depois do grande sucesso do cd Highway to Hell, a banda tinha tudo para dar certo, mas uma tragédia acontece, o vocalista Bon Scott é encontrado morto, causa? a mesma de sempre, alto consumo de drogas e bebida, foi encontrado no morto carro de um amigo, pois tinha pedido para dar uma cochilada. Ninguém nunca imaginou de isso acontecer, e muitos acreditavam no fim ou na queda da banda, e então surge nosso querido Brian Johnson, que entra na banda em 1980 e ajuda a faser um disco em tributo ao vocalista Bon Scott. E novamente, o que ninguém esperava, um puta de um cd, que vender loucuras, lotados de hits, como a faixa-título, "Hell Bells", "You Shock Me All Night Long", "Shoot To Thrill" e "Rock And Roll Ain't Noise Polution", que são músicas que são executadas em quase todos os shows da banda. Disco clássico e fundamental do Hard Rock.

PANTERA - Cowboys From Hell


01. Cowboys From Hell
02. Primal Concrete Sledge
03. Psycho Holiday
04. Heresy
05. Cemetery Gates
06. Domination
07. Shattered
08. Clash With Reality
09. Medicine Man
10. Message In Blood
11. The Sleep
12. The Art Of Shredding

JOHNNY WINTER - Second Winter


É mais um daqueles discos que eu escuto do começo ao fim com todo o prazer! Ele é muito mais rock que o primeiro álbum, Johnny mostra-se mais ousado e começa a mostrar seu próprio estilo de tocar e cantar! Para mim é único! É um som que eu escuto e reconheço de cara: "É o Johnny Winter!".
É a mesma coisa que escutar Pantera, Ozzy ou AC/DC, pois você sempre acaba reconhecendo devido ao talento de algum integrante da banda! É inconfundível! Pantera tem a guitarra de Dimebag e os vocais de Phil Anselmo, Ozzy tem uma das vozes mais marcantes que eu conheço e AC/DC é como Pantera: Vocais e guitarras únicas, por Brian Johnson ou Bon Scott e Angus Young. Mas voltando, neste disco temos a chance de conferir vários clássicos como "Hustled Down In Texas", que é total country rock! "Highway 61", música na qual Johnny mostra todo seu talento no estilo "slide guitar"! "Fast Life Rider", um blues "freestyle" com uns efeitos muito legais de estéreo! "Johnny B. Good", cover que, na minha opinião, ficou melhor do que a original e muitas outras.
Neste disco há também a presença de Edgar Winter, irmão de Johnny. Outro cara bom, mas não tem a mesma pegada do irmão.
O link para baixar a obra prima e: http://www.badongo.com/pt/file/2028176

AC DC - Higway To Hell


Nessa semana aí com as postagens de artistas consagrados do Rock'n'Roll notei, que as bandas eram só do eixo EUA-Reino Unido, então resolvi trazer um disco diretamente de Sydney, na Austrália de uma das bandas mais representativas do Hard Rock mundial, o único AC/DC.
Highway To Hell é o sexto disco dos autralianos e foi lançado em 79, quando a banda ja havia se mudado para a Inglaterra, onde já fazia bastante sucesso. Como muitos sabem, esse disco marca a história da banda, pois foi o último disco que contava com Bon Scott nos vocais, pois, o cara foi encontrado morto no carro de um amigo, após uma baita noitada, com muito alcool e drogas, foi mais um ídolo do Rock'n'Roll e largar a vida cedo e se juntar ao Morrison e cia.
O link pra baixar esse discao e: http://www.badongo.com/pt/file/2483650

KID ROCK - Rock N Roll Jesus


Bom desse disco eu nao preciso falar nada, so escutem. Esse e o link para baixar: http://www.badongo.com/pt/file/5570114